O sorgo (Sorghum bicolor L. Moench) é uma gramínea da mesma família do milho (Poaceae), originária da África. Está entre os cinco cereais mais produzidos do planeta atrás apenas de trigo, arroz, milho e cevada e se destaca pela elevada tolerância ao estresse hídrico.
No Brasil, o sorgo granífero cultivado em sucessão às culturas de verão (principalmente a soja), na chamada safrinha, tem contribuído para a oferta sustentável de grãos de baixo custo para a indústria de rações, permitindo o cultivo em épocas mais tardias, onde o volume de chuvas já não é suficiente para o milho. Outra vantagem é sua baixa suscetibilidade a micotoxinas problema comum no milho o que lhe confere grande aceitação na composição de rações para aves, suínos e bovinos.
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Porte baixo (1,2 a 1,5 m). Foco no grão da panícula. É o de maior expressão econômica, voltado à indústria de ração. A palhada que sobra é excelente para o plantio direto e pastejo.
Porte alto (2 a 3 m), muita massa para silagem e pastagem. Inclui o sorgo-sudão, de rebrota rápida e alto valor nutricional, ideal para corte e pastejo.
Alto, com colmo doce e suculento semelhante à cana-de-açúcar. Usado na produção de etanol e xarope, e como alternativa na entressafra da cana.
Foco na geração de energia. Produz grande volume de matéria seca, com destaque em usinas termelétricas e indústrias que usam caldeira.
A panícula tem o formato clássico de vassoura. Voltado ao artesanato e à fabricação de vassouras, com fibras longas.
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Porte baixo (1,2 a 1,5 m). Foco no grão da panícula. É o de maior expressão econômica, voltado à indústria de ração. A palhada que sobra é excelente para o plantio direto e pastejo.
Porte alto (2 a 3 m), muita massa para silagem e pastagem. Inclui o sorgo-sudão, de rebrota rápida e alto valor nutricional, ideal para corte e pastejo.
Alto, com colmo doce e suculento semelhante à cana-de-açúcar. Usado na produção de etanol e xarope, e como alternativa na entressafra da cana.
Foco na geração de energia. Produz grande volume de matéria seca, com destaque em usinas termelétricas e indústrias que usam caldeira.
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Soluções em cultivos são nosso compromisso com o verde e amarelo do Brasil.
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Na Corteva Agriscience, entendemos que cada decisão tomada no campo é um investimento. E, como todo investimento, merece ser protegido, valorizado e conduzido com excelência. As Boas Práticas Agrícolas (BPA) são fundamentais para garantir que cada real investido em insumos, tecnologia e mão de obra traga o máximo retorno, com produtividade, segurança e sustentabilidade.
Adotar as BPA não significa apenas seguir recomendações — é uma estratégia inteligente que evita desperdícios, reduz perdas, protege o potencial produtivo da lavoura e assegura o uso correto dos defensivos agrícolas.
Manejo Integrado de Plantas Daninhas
Controle eficiente e sustentável das plantas daninhas, prevenindo a resistência e melhorando a eficiência dos herbicidas.
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Proteção estratégica contra pragas com foco no equilíbrio entre controle químico e controle biológico, promovendo lavouras mais saudáveis.
Manejo Integrado de Doenças
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