Cultura do Sorgo

Rústico, resiliente e cada vez mais estratégico. Conheça uma das culturas mais tolerantes à seca e que ganha espaço na safra brasileira, garantindo mais segurança e diversificação ao seu sistema de produção.

Cultura Sorgo

🌱 Um dos cereais mais cultivados do mundo

O sorgo (Sorghum bicolor L. Moench) é uma gramínea da mesma família do milho (Poaceae), originária da África. Está entre os cinco cereais mais produzidos do planeta atrás apenas de trigo, arroz, milho e cevada e se destaca pela elevada tolerância ao estresse hídrico.

No Brasil, o sorgo granífero cultivado em sucessão às culturas de verão (principalmente a soja), na chamada safrinha, tem contribuído para a oferta sustentável de grãos de baixo custo para a indústria de rações, permitindo o cultivo em épocas mais tardias, onde o volume de chuvas já não é suficiente para o milho. Outra vantagem é sua baixa suscetibilidade a micotoxinas  problema comum no milho o que lhe confere grande aceitação na composição de rações para aves, suínos e bovinos.


Granífero

Porte baixo (1,2 a 1,5 m). Foco no grão da panícula. É o de maior expressão econômica, voltado à indústria de ração. A palhada que sobra é excelente para o plantio direto e pastejo.

Forrageiro

Porte alto (2 a 3 m), muita massa para silagem e pastagem. Inclui o sorgo-sudão, de rebrota rápida e alto valor nutricional, ideal para corte e pastejo.

Sacarino

Alto, com colmo doce e suculento semelhante à cana-de-açúcar. Usado na produção de etanol e xarope, e como alternativa na entressafra da cana.

Biomassa

Foco na geração de energia. Produz grande volume de matéria seca, com destaque em usinas termelétricas e indústrias que usam caldeira.

Vassoura

A panícula tem o formato clássico de vassoura. Voltado ao artesanato e à fabricação de vassouras, com fibras longas.

| Diversidade

Tipos de sorgo e suas finalidades

Cada tipo de Sorgo tem porte, finalidade e manejo próprios. Saber exatamente o que se quer colher é o primeiro passo do planejamento

 

| Por que escolher

Vantagens do Sorgo na safrinha


Em regiões e anos de maior risco para o milho safrinha tardio, o sorgo granífero se posiciona como alternativa de menor risco e, em muitos casos, melhor viabilidade econômica.

| Implantação

Como plantar com eficiência


A instalação adequada da lavoura é a base para maximizar a produtividade. Atente aos detalhes que fazem diferença na superação de estresses.

| Calendário

Janela de plantio por região

Valores de referência para o sorgo granífero safrinha. Consulte sempre o ZARC do MAPA para o seu município.

| Sanidade

Manejo de pragas e doenças

Mesmo rústico, o sorgo está sujeito a pragas e doenças. O monitoramento constante e o manejo integrado são fundamentais para proteger o potencial produtivo.

Granífero

Porte baixo (1,2 a 1,5 m). Foco no grão da panícula. É o de maior expressão econômica, voltado à indústria de ração. A palhada que sobra é excelente para o plantio direto e pastejo.

Forrageiro

Porte alto (2 a 3 m), muita massa para silagem e pastagem. Inclui o sorgo-sudão, de rebrota rápida e alto valor nutricional, ideal para corte e pastejo.

Sacarino

Alto, com colmo doce e suculento semelhante à cana-de-açúcar. Usado na produção de etanol e xarope, e como alternativa na entressafra da cana.

Biomassa

Foco na geração de energia. Produz grande volume de matéria seca, com destaque em usinas termelétricas e indústrias que usam caldeira.

Vassoura

A panícula tem o formato clássico de vassoura. Voltado ao artesanato e à fabricação de vassouras, com fibras longas.

Boas Práticas Agrícolas: Maximizando seu investimento, protegendo sua produção

Na Corteva Agriscience, entendemos que cada decisão tomada no campo é um investimento. E, como todo investimento, merece ser protegido, valorizado e conduzido com excelência. As Boas Práticas Agrícolas (BPA) são fundamentais para garantir que cada real investido em insumos, tecnologia e mão de obra traga o máximo retorno, com produtividade, segurança e sustentabilidade.

Adotar as BPA não significa apenas seguir recomendações — é uma estratégia inteligente que evita desperdícios, reduz perdas, protege o potencial produtivo da lavoura e assegura o uso correto dos defensivos agrícolas.

Nossos 5 pilares das Boas Práticas Agrícolas:

  1. Manejo Integrado de Plantas Daninhas
    Controle eficiente e sustentável das plantas daninhas, prevenindo a resistência e melhorando a eficiência dos herbicidas.

  2. Manejo Integrado de Pragas
    Proteção estratégica contra pragas com foco no equilíbrio entre controle químico e controle biológico, promovendo lavouras mais saudáveis.

  3. Manejo Integrado de Doenças
    Prevenção e controle de doenças, escolha de híbridos resistentes e uso consciente de fungicidas.

  4. Tecnologia de Aplicação
    Aplicação correta, na dose certa, no momento ideal. Isso garante eficácia, reduz desperdícios e protege o ambiente e o trabalhador.

  5. Segurança ao Trabalhador
    Compromisso com a saúde e a integridade de quem está no campo, promovendo o uso adequado de EPIs, capacitação e boas condições de trabalho.

Saiba Mais →

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